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As diferenças geram frutos

Um “caso de amor” entre duas aves de espécies diferentes teve um desdobramento inusitado no Museu Paraense Emílio Goeldi, importante centro de pesquisa sediado em Belém. A ararinha-maracanã (Ara nobilis) conhecida como Ligeirinho conseguiu passar pela tela de seu viveiro e se juntou à ararajuba (Guaruba guarouba) Lola, que habitava o recinto vizinho.

Ameaçada de extinção, a ararajuba vive na floresta tropical e tem uma exuberante plumagem amarela com detalhes verdes, o que a faz ser considerada uma ave-símbolo do Brasil.

Os psitacídeos, família a que ambas espécies pertencem, têm por hábito formar casais fiéis pela vida inteira. Lola e Ligeirinho não só formaram um casal incomum, já que na natureza dificilmente se interessariam por aves de outras espécies, segundo avalia o veterinário do Museu Goeldi Messias Costa, como já tiveram um filhote.

“Pela características anatômicas (do filhote), podemos afirmar que se trata de um híbrido”, comenta Costa, que nunca viu um caso semelhante em sua carreira. “Será interessante fazer uma análise genética”, acrescenta.

Fonte: Globo Amazônia

Cri-Cri, o Avião Elétrico -- Depois eu que sou o engraçadinho...


Cri-Cri, o Avião Elétrico 
Inovação e ecoeficiência são
as palavras chaves na
EADS.

Após o voo com um avião
usando combustível baseado
em algas, a EADS está agora
focando um novo desafio de
umpropelente com emissão
zero.



Em parceria com a Aero Composites Saintonge e a
Greencri-cri Association, a EADS Innovation Works
apresentou o Cri-Cri, o primeiro avião totalmente
propelido por motores elétricos.

[Para ver a imagem maior, Click aqui/ Foto Defesanet.com.br]


A Terra é mais jovem do que se pensava

A Terra é 70.000 mil anos mais jovem do que estimado anteriormente , segundo um novo estudo geológico.
Isto significa, dizem os cientistas na revista Natureza GeociênciasQue nosso planeta teve muito mais do que foi formado após o nascimento do sistema solar, 4.567 mil anos atrás

Para confirmar a idade da Terra , a equipe de pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido , comparou os elementos químicos no manto da Terra com os dos meteoritos da mesma idade do sistema solar.

No passado , os cientistas tinham estimado que o desenvolvimento do nosso planeta, um processo conhecido como deposição em que o gás , poeira e outros materiais se combinam para formar um planeta, ocorreram mais de 30 milhões de anos.

Brasil desenvolve foguetes espaciais a etanol -- Oxalá seja!


Brasil desenvolve foguetes espaciais a etanol


O Brasil acumula um atraso de meio
século na propulsão de foguetes
espaciais em relação aos
norte-americanos e russos.

Para tentar dar um impulso no setor,
há cerca de 15 anos o país iniciou um
programa de pesquisa em propulsão
líquida e que tem como
base o etanol nacional.

O desafio do programa, liderado pelo Instituto
de Aeronáutica
e Espaço (IAE), é movimentar
futuros foguetes com um combustível
líquido que
seja mais seguro do que o propelente à base de hidrazina
empregado atualmente.


Esse último, cuja utilização é dominada pelo país,
é corrosivo e tóxico.

O Primeiro hotel feito inteiramente de lixo

Inaugurado primeiro hotel feito de lixo

O primeiro hotel feito inteiramente de lixo foi inaugurado, na semana passada, no centro de Roma, na Itália. Para construí-lo, foram utilizados 12 mil quilos de objetos retirados da praia romana de Capocotta. O mais incrível é que essa quantidade de lixo é jogada, anualmente, em cada três quilômetros quadrados de praia na Europa.

Os cinco animais que mais reciclam

Enquanto os seres humanos insistem em jogar lixo no chão, resíduos recicláveis no compartimento de não recicláveis e também o contrário, certos animais fazem, naturalmente, um belo trabalho de reciclagem. É de se questionar quem é mesmo a espécie mais evoluída por aqui.

Segue a lista dos cinco animais que mais reciclam no planeta. São eles, do quinto para o primeiro:

5. Esponjas – a espécie Halisarca caerulea cresce em cavidades escuras e profundas de recifes de corais e, segundo os cientistas do Royal Netherlands Institute for Sea Research, consomem carbono orgânico dissolvido na água em quantidade equivalente à metade de seu próprio peso, por dia. Elas utilizam esse carbono para produzir novas células – os coanócitos – que alimentam outros habitantes do mesmo recife. Isso significa que elas transformam energia perdida em alimento.