O Brasil acumula um atraso de meio
século na propulsão de foguetes
espaciais em relação aos
norte-americanos e russos.
Para tentar dar um impulso no setor,
há cerca de 15 anos o país iniciou um
programa de pesquisa em propulsão
líquida e que tem como
base o etanol nacional.
O desafio do programa, liderado pelo Instituto de Aeronáutica
e Espaço (IAE), é movimentar futuros foguetes com um combustível
líquido queseja mais seguro do que o propelente à base de hidrazina
empregado atualmente.
Esse último, cuja utilização é dominada pelo país,
é corrosivo e tóxico.
Sociedade do Lítio: da água do mar ao hidrogênio
Redação do Site Inovação Tecnológica - 01/06/2010
Cientistas japoneses descobriram
uma forma de armazenar
quimicamente a luz do
Sol e depois utilizá-la para quebrar
as moléculas de água e produzir
hidrogênio de uma forma limpa
e sustentável.
[Imagem: ChemSusChem]
Embora estejam sendo feitos progressos nas células a combustível,
uma espécie de gerador capaz de produzir eletricidade a partir do
hidrogênio ou etanol, gerando apenas água como subproduto,
a produção do hidrogênio ainda é um gargalo a ser vencido caso
se queira que o gás torne-se algum dia o combustível do presente. Até lá, o hidrogênio permanecerá
como um combustível do futuro.
Em tempos de preocupação com o meio ambiente, a indústria automobilística mostra suas novidades numa exposição de carros ecologicamente corretos.
A Feira de Mobilidade Sustentável acontece pela primeira vez na América Latina. De domingo (30) até o dia 3 de junho, o evento, no Riocentro, na Zona Oeste do Rio, vai apresentar os carros do futuro.
Os carros menores chamam a atenção. Além de menos poluentes, são mais silenciosos. Há também modelos esportivos movidos a eletricidade. O mais veloz da categoria chega a 200 km/h.
Um hotel na Dinamarca anunciou nesta quinta-feira que passará a oferecer uma refeição grátis a hóspedes que produzirem eletricidade por meio de uma bicicleta ligada a um gerador. O Crowne Plaza de Copenhague está instalando duas destas bicicletas e diz que o objetivo é, ao mesmo tempo em que promove a forma física dos hóspedes, reduzir suas "pegadas de carbono" (quantidade de dióxido de carbono que produzem como resultado direto ou indireto de uma atividade).
Hóspedes vão precisar produzir pelo menos 10 MWh de eletricidade, o equivalente a 15 minutos de pedalada de uma pessoa medianamente em forma para ter direito à refeição. A administração afirma que isso será o suficiente para acender apenas poucas lâmpadas, mas a ideia principal é incentivar o debate sobre o consumo de energia. O hotel já produz energia renovável com 2500 m² de painéis solares.
A Dinamarca possui uma das capitais do mundo mais adaptadas ao ciclismo; a capital, Copenhague, possui 350 km de ciclovias e, assim, 37% da população utiliza a bicicleta como principal meio de transporte. Além disso o país investe bastante em energias renováveis, incluindo fazendas eólicas, que geram um quinto da eletricidade que o país consome.
Dia 27 de março acontecerá a edição de 2010 do já conhecido Earth Hour, promovido pela WWF. A Earth Hour é mais um "evento" com o objetivo de conscientizar a todos o quanto o uso consciente do nosso planeta é necessário, devido ao uso irresponsável que tem sido feito por nós.
O ato é simples: no dia 27 de março, próximo sábado, simplesmente apague as luzes de sua casa entre 20:30 e 21:30 (hora local). Além da óbvia economia de energia, sabendo que esse horário possui um alto nível de consumo energético, esse ato quer mandar uma importante mensagem, do uso responsável do nosso planeta.
No último Salão de Automóveis de Los Angeles, em dezembro passado, a empresa automobilística alemã Volkswagen apresentou ao mundo o protótipo UP! Lite. O carro é cheio de inovações, como caixa sequencial de 7 marchas, entrada de ar escamoteável, ou seja, a entrada de ar fica aberta somente quando necessário. Além disso, no lugar dos retrovisores há câmeras, as rodas são feitas de fibra de carbono e alumínio, sem contar a carroceria, que também foi feita com materiais mais leves.
A organização ambiental Greenpeace Brasil acaba de lançar a campanha Black Pixel com o objetivo de reduzir as emissões de carbono de uma forma pouco convencional: eliminando um pixel por pessoa.
Há algum tempo fala-se da energia desperdiçada por computadores antigos e da possibilidade de monitores de PC ou páginas web com fundo negro ajudarem a reduzir esse impacto.
Isto porque alguns monitores consomem menos energia ao reproduzir um fundo preto, em vez de branco ou colorido.
O Google não perdeu tempo e logo lançou uma versão dark de seu sistema de buscas; o Blackle: http://www.blackle.com/
De pixel em pixel...
A intenção do Greenpeace, porém, não é fazer com que todas as páginas virtuais sejam escuras, mas que cada usuário contribua deixando em sua tela um pedacinho negro, correspondente a um pixel, poupando alguma energia.
Basta fazer o download de um programa de computador (disponível para Mac e PC), para instalar um quadradinho negro que aparecerá em todas as páginas que o usuário abrir. (Ele pode ser movimentado de um lado para o outro para não incomodar).
Embora pareça insignificante em um único computador, quadradinhos nas telas de milhões de pessoas gerariam resultados surpreendentes.
Os organizadores acreditam que um milhão de pessoas apoiando a ideia poupariam 57 mil watts por hora, o equivalente a 1.425 lâmpadas de 40 watts apagadas.
Apesar disso, a campanha foi criticada, pois só funcionaria com os famigerados monitores analógicos ou de plasma.
Alguns críticos dizem ainda que é mais vantajoso desligar o monitor a acreditar que um pixel fará a diferença.
A ação foi criada pela agência brasileira de publicidade Almap BBDO (www.almapbbdo.com.br) e pelo Greenpeace Brasil (www.greenpeace.org.br), com a assistência do Centro Estudos Avançados do Recife (http://www.cesar.org.br/).
Se você tem um monitor velho e quiser apoiar o movimento, pode instalar o dispositivo no site oficial da campanha Greenpeace Black Pixel (em português e inglês): http://www.greenpeaceblackpixel.org/