5 países mais verdes do mundo em 2012

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Quais são os países do mundo que cuidam bem de seu meio ambiente e que fazem uso sustentável de seus recursos naturais, garantindo a vitalidade dos ecossistemas além de saúde e bem estar para a população? A resposta está no Environmental Performance Index (EPI), ranking elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia.

Em sua mais recente edição, o ranking de desempenho ambiental classificou 132 países utilizando 22 indicadores distribuídos por 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros. E cada categoria possui pesos diferentes. Confira a seguir, os 5 países mais verdes do mundo em 2012.

1 - Suíça (76.69 pontos)

População: 7,825,243
Área: 41,271 km²
PIB per capita: $ 37,441

O empenho em reduzir progressivamente o uso de combustíveis fósseis e nuclear, por meio de uma política nacional sólida, coloca a Suíça na liderança do ranking de Yale. Recordista mundial em usinas geotérmicas, cuja energia é quase totalmente vertida para aquecer casas, escritórios, hotéis e estufas durante os meses de inverno, o país se destaca nos quesitos emissão de dióxido de carbono, qualidade do ar e políticas ambientais.

Há 20 anos, a Suíça foi um dos primeiros países da Europa a exigir o uso de catalisador e o controle do gás de escapamento dos carros. Também vale menção a invejável pontuação (98,1) no quesito conservação da biodiversidade e proteção de habitats naturais. Em geral, os suíços são adeptos fervorosos da mobilidade sustentável, principalmente da bicicleta. Ao menos 10 ciclovias nacionais cortam o país de ponta a ponta. Lá, taxas para serviços de água e gestão de resíduos, bem como impostos ambientais que promovam a responsabilidade social são comuns.

2 - Letônia (70.37 pontos)


População: 2,242,916
Área: 64,385 km²
PIB per capita: $12,938

Um lugar de beleza natural quase intocada pela civilização. A frase um tanto quando piegas se aplica bem à paisagem letã. Muitos turistas e especialistas em meio ambiente costumam dizer que o país inteiro é um parque natural enorme. A vitalidade de seus ecossistemas e a proteção às florestas, que ocupam 44% do território, lhe rendem pontuações altas no EPI.

Mesmo as áreas dedicadas ao cultivo agrícola e à criação de gado são cuidadosamente delimitadas e tendem a seguir as práticas mais sustentáveis. Dados oficiais indicam que o uso de pesticidas caiu 12 vezes desde 1990 e que, atualmente, pelo menos 200 fazendas adotam práticas ecológicas, que dispensam agrotóxicos e outros produtos químicos industrializados, usando apenas compostos naturais. A redução de emissões é uma meta importante para o país, que desde 1990 reduziu a poluição por fontes fixas (fábricas, casas e caldeiras) em 46%.

3 - Noruega (69.92 pontos)

População: 4,885,240
Área: 325,602 km²
PIB per capita: $46,926

Terceira colocada no ranking de países mais verdes, a Noruega pretende se tornar carbono neutra até 2030, ou seja, todas as suas emissões devem ser compensadas. Pelo menos 2/3 delas serão reduzidas com ações ambientais internas e para dar conta do restante as autoridades norueguesas financiarão projetos sustentáveis em países em desenvolvimento, como geração de bioenergia e proteção de florestas.

Uma meta ambiciosa para uma nação que é ao mesmo tempo progressista sobre as alterações climáticas - com impostos sobre combustíveis fósseis e uma matriz energética dominada pela hidroeletricidade – mas também emissora por causa de suas exportações volumosas de óleo e gás natural. Felizmente, o que não falta é potencial e tecnologia para cumprir o objetivo. Em 2009, a Noruega inaugurou a primeira estrada com rede integrada de postos de abastecimento a hidrogênio em todo o mundo. Na avaliação do EPI, o país leva nota máxima no quesito saúde ambiental e na conservação de suas reservas naturais.

4 - Luxemburgo (69.2 pontos)

População: 505,831
Área: 2,592 km²
PIB per capita: $71,161

A presença deste pequeno país europeu no ranking das nações mais verdes justifica-se por seu empenho, mesmo em tempos de crise econômica, em garantir um crescimento “verde” e sustentável. Em 2009, Luxemburgo adotou programas de incentivo à população para compra de carros ecológicos e eletrodomésticos mais eficientes em energia.

Antes, entre 2001 e 2008, o país investiu mais de 70 milhões de euros na expansão do setor de energia solar fotovoltaica. Luxemburgo também leva pontuação máxima em saúde ambiental e proteção à biodiversidade e habitats naturais.

5 - Costa Rica (69.03 pontos)

População: 4,658,887
Área: 51,452 km²
PIB per capita: $10,258

Fortemente empenhado em seguir o exemplo dos seus antecessores na lista do EPI, o governo costa-riquenho estabeleceu a meta de tornar a região carbono neutra até 2021. Esse pequeno país da América Central sofreu com o desmatamento durante anos, mas agora um dos seus principais objetivos é reflorestar as regiões devastadas.

Nos últimos anos, mais de cinco milhões de árvores foram replantadas. Cerca de 50% da superfície total do país encontra-se coberta de bosques e selvas e 25% do território encontra-se protegido. Os investimentos em energias alternativas e índices inéditos de recuperação da mata nativa fazem da Costa Rica referência mundial. Com esse desempenho ambiental o país tem conseguido apoio internacional e financiamento para programas de Redd (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação).

Com informações da Info Abril

Cidade sueca vai produzir alimentos nas alturas

Com mais de sete séculos de existência, a pequena cidade de Linkoping, no sul da Suécia, vai ganhar ares futuristas com a construção de sua primeira estufa urbana vertical para a produção de alimentos. Projetado pela empresa sueco-americana Plantagon, o edifício também abrigará um centro internacional para pesquisa de novas tecnologias de agricultura urbana. O prédio, orçado em cerca de 30 milhões de dólares, terá 54 metros de altura, o equivalente a um edifício convencional de 12 pavimentos. Cada andar poderá abrigar uma cultura diferente de vegetais e hortaliças, que chegarão fresquinhos ao comércio local, já que não precisarão percorrer longas distâncias do campo à mesa do consumidor.

Pela proximidade, a agricultura urbana também vai reduzir os gastos com energia, transporte e irrigação. Para se ter uma ideia, uma estufa moderna necessita apenas de 5% a 10% da água e terra usados numa fazenda tradicional. Com uma fachada inteira de vidro, o edifício facilita a entrada de luz solar para a fotossíntese das plantas, que serão cultivadas em vasos dispostos sobre imensas bandejas circulares em torno de uma hélice central.

Mais, resíduos vegetais que sobrarem da “colheita” serão recolhidos e transformados em biogás, fonte de energia para o sistema de aquecimento e arrefecimento do efeito estufa. A construção da estufa vertical, que ainda está em fase de planejamento, já foi aprovada pela prefeitura de Linköping, que realizou uma cerimônia de lançamento da iniciativa no começo do mês. As obras deverão ser concluídas no prazo de dois anos.

A empreitada é mais um exemplo dos esforços em prol do desenvolvimento sustentável da Suécia, que em 2012 foi eleita um dos países mais verdes do mundo, segundo o Environmental Performance Index (EPI), realizado pelas universidades americanas de Columbia e Yale.

Info Verde

O Brasil sediará comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente

Brasília - O Brasil vai sediar as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado no dia 5 de junho. O tema deste ano será Economia Verde: Ela Te Inclui?

As comemorações vão ocorrer três semanas antes de o Brasil sediar a Rio+20, encontro que vai discutir os progressos do desenvolvimento sustentável nos últimos 20 anos, além dos futuros desafios para o meio ambiente.

Há duas décadas, o Brasil sediou as comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, durante a Cúpula da Terra.

Com informações da Info

Algas marinhas podem virar combustível!

Cientistas do Laboratório de Bioarquitetura e da Universidade de Washington descobriram uma forma de converter algas marinhas em etanol. Para isso, é preciso usar um micróbio geneticamente modificado a partir de uma bactéria comum no nosso sistema digestivo.

Baseado na Escherichia coli, o micróbio é capaz de digerir a alga e transformar os açúcares complexos existentes em sua estrutura em biocombustível. O processo pode ser feito em uma temperatura entre 25 e 30º C. Portanto, não precisa de muita energia.

Essa pode ser uma ótima forma de popularizar ainda mais o etanol. Isso porque algas marinhas crescem de forma abundante embaixo d´água e não interferem no espaço dedicado a outros tipos de cultivo, o que acontece em plantações de milho ou cana, por exemplo.

Outro ponto positivo dessa transformação das algas marinhas é que elas não precisam de fertilizantes ou de irrigação porque já estão submersas. Logo, elas conseguem reter os nutrientes da própria água do mar. Além disso, a estrutura orgânica é muito fácil de ser processada.

O estudo sugere que somente os EUA seriam capazes de produzir 1% do combustível usado atualmente ao cultivar algas marinhas em menos de 1% de seu território marítimo. Não é um volume capaz de abastecer todo o país, mas os pesquisadores a consideram como uma opção considerável, visto que dois terços do planeta estão cobertos de água.

O Laboratório de Bio Arquitetura afirma já ter feito parceria com empresas e especialistas para mostrar que desenvolver o etanol dessa forma é viável economicamente. A Europa também já tem projetos de cultivo de algas marinhas.

Info

BNDES vai financiar tecnologias limpas

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) lançou no dia 14 de fevereiro uma linha de 200 milhões de reais para projetos cujo objetivo esteja relacionado a reduzir emissões de gás carbônico na atmosfera.

O dinheiro faz parte do Fundo Clima, iniciativa do Ministério do Meio Ambiente. A ideia é cumprir uma meta de redução das emissões brasileiras em 39% até 2020.

O fundo Clima foi criado em 2009, com previsão de uma verba de 800 milhões de reais por ano. No entanto, por problemas burocráticos entre o Ministério e o BNDES, o dinheiro só foi repassado ao banco no final do ano passado. Agora, Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, diz que até 2014 os recursos do Fundo Clima chegarão há 1 bilhão de reais.

Os recursos estão divididos em duas modalidades. A primeira delas é não reembolsável, sob gestão direta do Ministério do Meio Ambiente e em vigor desde o ano passado. Já a segunda modalidade é reembolsável. Ela será operada pelo BNDES e está disponível a partir de agora. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de 360 milhões de reais e de 30 milhões de reais para a parcela não reembolsável.

O fundo terá seis linhas de financiamento. São elas: eficiência em transporte, energia renovável, combate à desertificação, melhorias na produção de carvão vegetal, aproveitamento energético do lixo, além de eficiência energética em máquinas e equipamentos. Já os juros variam de 2,5% a 7% ao ano.

Entre as prioridades do fundo está o desenvolvimento de equipamentos de energia de ondas e marés. Empresas interessadas em desenvolver tecnologias de energia limpa também poderão contar com o crédito do banco. Os prazos de financiamento chegam há 25 anos.

Kuwait ganha aeroporto futurista sustentável

O Aeroporto Internacional do Kuwait vai aumentar significativamente sua capacidade e estabelecer um centro aéreo regional no novo Golfo por meio de um projeto sustentável.

O objetivo estratégico do projeto vai ser acompanhado por um edifício terminal, o qual visa fornecer conforto para os passageiros, além de definir um marco ambiental para os aeroportos internacionais.



O design do edifício equilibra o espaço com simplicidade, facilidade de uso e tem uma estrutura inspirada em formas e materiais locais. Ele terá poucas mudanças de nível. O terminal tem um plano de trevo, com três alas de portões de embarque. Cada fachada mede 1,2 km com uma extensão a partir de um espaço central com 25 metros de altura. Já a estrutura de concreto fornece massa térmica e o telhado tem painéis solares para coletar energia.

Ele deve ter um telhado único com aberturas envidraçadas capazes de filtrar a luz do dia, enquanto desviam a radiação solar direta. A cobertura estende a sombra para proteger uma praça de entrada. Ela é suportada por colunas de concreto com formas orgânicas, inspiradas no movimento dos barcos à vela, tradicionais do Kuwait.

Com essa grande reforma, o Kuwait pretende receber a certificação LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design) e se tornar o primeiro aeroporto do mundo a atingir este nível de certificação ambiental. Esse selo verde representa que a construção é conhecida e aceita internacionalmente segundo práticas sustentáveis.

O local de desembarque terá a área de bagagens cercada por cascatas de água para resfriamento. O paisagismo em torno do aeroporto terá um oásis ao redor do prédio com as espécies nativas de deserto ao longo da estrada de acesso.

O plano diretor foi feito pelo escritório de arquitetura inglês Foster and Partners. Inicialmente, o aeroporto irá acomodar 13 milhões de passageiros por ano, número que pode aumentar para 25 milhões e até acomodar 50 milhões de passageiros com maior desenvolvimento.

Info Noticias

Parede ecológica purifica o ar em escritórios

Passar pelo menos oito horas por dia enclausurado em um escritório sem graça, com carpete no chão, exposto ao ar condicionado frio e, na maioria das vezes, sem contato visual com uma paisagem agradável pode ser um composto explosivo para a saúde e o bem-estar de qualquer pessoa.

Pensando nisso, o Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case), em Nova York desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. A técnica baseia-se no processo chamado de fitorremediação, que usa plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.

O sistema projetado pelo Case consiste em plantas hidropônicas instaladas em uma tela modular que pode ser deslocada. Em vez de estarem enterradas no solo, as raízes das plantas ficam expostas, o que aumenta a capacidade de purificação do ar em até 300%.

Segundo seus criadores, a parede verde tem efeito benéfico sobre a qualidade do ar semelhante ao de cerca de 800 plantas de vaso. Um canal interno é responsável pela irrigação por gotejamento que fornece água fresca para as plantas.

Outros projetos voltados para a melhoria do clima em ambientes internos têm surgido. Um exemplo recente é o “Plant Window”, dos designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, uma janela de plantas que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente.

Terremoto e Guerras, do Oriente ao Extremo Oriente -- P&F

O OvO e o Meio AmbienteBlogdoIML.Cjb.Net ou  Treeegggs.spaces.live.comPoliticas e Falcatruas

Terremoto e Guerras,
do Oriente ao Extremo Oriente


Apesar de todo o tempo o qual não escrevo para os amigos,
tanto do RecantodasLetras, quanto os do blogdoiml,
sinto que esta é uma hora essencial para fazer este texto.


Tenho de enfim, de começar pelo começo.
Não que eu venha aqui a citar de fato, como o universo
se formou, ou se há uma necessidade atroz de que eu
ser engraçado, e portanto, nao sei se citarei algum
tipo de gracejo por agora.


Enfim, vamos ao que interessa.

Tudo começou nas crises politicas as quais
ainda se dao nos paises da Africa-Muçulmana, se assim
eu posso a considerar.


Em verdade, essas crises nao sao simplesmente politicas,
mas sim, sociais; a população de todos esses paises em
confronto, ou de quase todos, passam por graves problemas
economicos, os quais, para se ter uma ideia, forçam mesmo
o que aqui se chama de classe media -- ou seja, pessoas
com nivel superior -- a terem de ter um sub-emprego.


[Link:http://antoniocavalcantefilho.blogspot.com/2011_02_01_archive.html]


Se nao me engano, o que deflagrou todas essas revoluções,
foi a morte de um jovem graduado, que vendia, se nao
me engano, pipoca.


Agora, se tais coisas acontecem com pessoas formadas,
imagine o que se dá ao todo da populaçao destes paises?
Imaginando claro, que sendo estes paises majoritariamente
pobres, ou melhor dizendo, com pessima distribuição de renda,
é obvio que existem mais pessoas com pouco nivel
escolar, ou nao qualificados.


Em suma, se la existem muitos pobres, é obvio que existem
ainda um numero maior de pessoas que ao menos,
sabem ler.


O que chega a obvia constatação, que se as afirmativas
acima estao corretas, as midias do mundo a fora, nao estao
nem um pouco preocupadas em mostrar aquelas pessoas
que vivem num nivel de pobreza assustador.


Contudo, nao desejo aqui falar da imprensa, a qual está
fazendo de fato, um trabalho muito bom.
O que quero focar aqui é o seguinte.


Imaginamos um continente, cheio daquilo que é mais caro
para a civilização de um planeta. Continuemos ainda a imaginar,
que nesse lugar tao rico, há pouca agua, ou nenhuma.
E para prosseguirmos, é preciso informar ainda que varias
religioes diferentes vivem se enfrentando entre si, durante
varios e varios anos.


Não que haja uma religiao superior a outra, longe disso,
mas que simplesmente, os adeptos das religioes 'A', ainda nao
conhecem com totalidade, os adeptos da religiao de 'B',
e vice-versa.


E para piorar, vieram os outros paises desse planeta,
os quais sempre exploraram esse continente dos mais variados
modos, para também tomar para si, este ouro tao rico
para a civilização deste planeta.


O que temos aqui bons amigos, é o limite do caos.
Em outras palavras, é o caos em si.
E é o que hoje ocorre nesse lugar.


No oriente medio como um todo,
pessoas vivendo em condições de vida terrificantes,
governadas por quem há anos estao no poder,
o que quer dizer que as mudanças de vida para melhor,
sao simplesmente um sonhos distante.


E quem apoia esses governos tiranos?
De um lado, os norte-americanos, como no caso do Egito,
do outro, a elite-radical islâmica.


Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

No caso da Libia, apesar de seu ditador nao ter tanta ligação
aparente com os grupos de guerrilha do islã -- grupos quais, devo
dizer, sao absoluta minoria entre os muçulmanos
-- ele parece contar com uma certa 'bondade' dos paises ricos.


Por mais que uma campanha, feita as pressas para combater
a força do atual ditador libio, seja de fato, cara para
se manter, tanto do lado das perdas de material belico,
quanto das dos homens, o que hoje se vê na Libia,
é um cenario o qual a população esta enfrentando o exercito,
do seu proprio país, o qual deveria guardá-la;
é um cenario de fato, quase de massacre humano.


Finalmente, após dias de diálogo se quase nenhum
tipo de avanço, as nações com o poderio belico
mais poderoso dos planeta, se colocam dispostas
a defender a população e deter o ditador.
Porque ver aviões bombardeiros atacando civis,
do proprio pais, é algo inimaginavel.


Aqui um Link poderá ajudar um pouco
a entender quais sao as ações.


E enquanto isto, do outro lado do mundo, o segundo país
mais poderoso do mundo, o qual detém hoje, a melhor
tecnologia do planeta, sofre com um desastre natural.
Mesmo eles, os mais preparados para terremotos de toda
a humanidade, nao resistiram ao poder da natureza.


[Link: http://acritica.uol.com.br/noticias/Terremoto-Japao-deixa-parentes-apreensivos_0_442756080.html]


Não falo isto com um sentimento bom, muito pelo contrario.
Queria que eles tivessem resistido, mas o poder destes
tsunamis e terremotos, excederam e muito as expectativas
mais taciturnas.


Com uma força tao descomunal, que foi capaz mesmo
de, ao que parece, deslocar o eixo da Terra, e de fato, o que resistiria
a este impacto, a esta força?
Sao somente nessas horas, que o homem reconhece a sua
pequenez diante de Deus e do Universo.


Somos mera energia viva, nada comparada com o todo
a nossa volta, e portanto, devemos aprender como viver
da melhor forma possivel neste todo.


Deter, ou mesmo compreender ao todo episodios
naturais como este, é de fato ainda,
uma impossibilidade tremenda.


As mortes, a furia dos mares, o desespero em favor da vida.
Nem quero imaginar como é morrer afogado, ou ainda soterrado.
Que calamidade terrivel.


E alem disto, o Japao, um dos paises mais verdes do mundo,
com coleta seletiva realmente funcional, sofre com a sua
escolha pela energia Nuclear. Suas estações, consideradas
as mais seguras do mundo, nao resistiram à força natural.
Temos aqui bons amigos, um desastre quase tao poderoso
quanto o de Chernobil, na União Sovietica.


O de lá foi considerado de nivel 7, se nao me engano,
e o caos foi causado por simples erro humano.
E aqui, no Japao? Como se saberia que tal coisa ocorreria?
Um terremoto tao poderoso que fez boa parte da
costa japonesa afundar.


Não quero e nem vou-me dar ao trabalho de
citar as possibilidades absolutamente reais, de
toda a energia nuclear vir ou paraeste canto do globo,
ou para a Europa.



Temos um nivel 6 de catástrofe nuclear, somente um a menos
do de Chernobil.


É forçoso lembrar que o da Uniao sovietica, se bem
me recordo, se alastrou para varios paises da europa
central e leste.
Mas fiquemos aqui nas suposições visto que é preciso agora
ajudar os japoneses o mais rápido possivel, e rezar a Deus para
que esta energia radioativa não se espalhe ainda mais.


Caros amigos, a resposta aparentemente é simples.
Talvez seja mesmo a hora do homem procurar outros
meios de satisfazer-se no campo da energia.


Os dois problemas se deram por isto.
Um, o petroleo mantem o ditador libio, pela influencia do dinheiro.
O outro, correndo um risco sem precedente, meio sem querer,
expos a sua população ao medo radioativo.


De certo que a simples mudança no foco energetico nao
venha a garantir que a humanidade não entre por mais uma
em confronto. Mas coloco aqui que as duas matrizes energeticas
ora citadas, podem e de fato agridem terrivelmente o planeta.
E este é habitado, nada mais, nada menos do que por nós.


Rezo e espero que dentro em breve, todas essas questões
sejam resolvidas. Tanto as do ditador libanes, quanto a da questao
radioativa dos amigos japoneses. Assim como também espero
que nós paremos mesmo que por instantes para pensarmos
seriamente na nossa matriz de energia.


E de cá, me despeço.
Perguntando-me porque é tao dificil ao homem buscar se
ajustar aos limites estabelecidos pelo proprio planeta.
Talvez porque seja dificil para nós mesmos nos acostumarmos
com os nossos limites.


Até, e força aos amigos libios e japoneses.

Link para ler no RecantodasLetras

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