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Primeiro ventilador sustentável do Brasil: Economiza 70% de energia

A empresa Keppe Motor lançou no mercado brasileiro o primeiro ventilador de mesa sustentável do Brasil que economiza 70% de energia.

A novidade foi apresentada na XVI FIMAI (Feira do Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade), em São Paulo. O ventilador com Keppe Motor foi desenvolvido a partir dos conceitos expostos pelo cientista Norberto R. Keppe em seu livro A Nova Física da Metafísica Desinvertida. Segundo a empresa, o ventilador é ideal para os atuais tempos de crise energética e de iniciativas em favor do meio ambiente.

O ventilador é feito de madeira reciclada e grade metálica. O design é inspirado no movimento art déco, criado pela arquiteta Luiza Burkinski.

Além da matéria-prima sustentável, o produto economiza até 70% de energia em comparação aos ventiladores comuns. Isso acontece por causa de um motor econômico criado por engenheiros brasileiros da Associação STOP a Destruição do Mundo.

Esta tecnologia inovadora é uma nova fonte de energia, mais limpa e menos poluente. O motor usa energia pulsada, diferente dos ventiladores convencionais, que funcionam com corrente contínua ou alternada. Isso possibilita que o motor trabalhe frio e em equilíbrio com a natureza.
O ventilador funciona em tensão de 110V ou 220V e tem três opções de velocidade. O sistema também tem presilhas para remoção da grade frontal para fácil acesso de limpeza.

O processo de produção do ventilador é totalmente artesanal. Além de optar por um modelo sustentável, o usuário também ajuda a promover a inclusão social dos artesões da cidade de Cambuquira, em Minas Gerais.

Veja abaixo um vídeo que mostra os benefícios do ventilador:


Fonte: Info.abril

Gadget que purifica a água em poucos minutos

O Hyquator é pequeno o suficiente para ser levado no bolso e usa células solares para recarregar uma pequena bateria 

Os alemães Friso Krahmer e Lars Gerd Piwkowski criaram o Hyquator, um dispositivo movido a energia solar. A tecnologia pode filtrar a água suja ou inativar e impedir o crescimento de todos os tipos de micro-organismos em poucos minutos.
Criadores garantem que ele é capaz de fornecer até
cem copos de água potável em uma carga da bateria
 O Hyquator é pequeno o suficiente para ser levado no bolso e usa células solares para recarregar uma pequena bateria. Seus criadores garantem que ele é capaz de fornecer até cem copos de água potável em uma carga da bateria. Para isso, o gadget não usa filtros, nem luz ultravioleta. Além disso, ele não necessita de componentes químicos adicionais.

 Krahmer e Piwkowski afirmam que o aparelho consegue higienizar até mesmo água com altos níveis de partículas em suspensão, que costuma acontecer em áreas afetadas pelas inundações, ou águas barrentas de lagos e rios. 

 O aparelho é controlado por um microprocessador e equipado com sensores capazes de medir os parâmetros ambientais. Então, a luz vermelha indica que água não está pronto para o consumo, enquanto a a luz verde acompanhada de um sinal sonoro mostra que a água já pode ser ingerida. O projeto foi promovido pela Kickstarter Project Funding Platform. Ela é considerada a maior plataforma mundial para financiamento de projetos criativos. Porém, ele ainda não está sendo produzido. O problema é que o prazo disponibilizado pelo site já acabou, mas a quantia atingida foi inferior a necessária.

Com informações do EXAME

5 países mais verdes do mundo em 2012

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Quais são os países do mundo que cuidam bem de seu meio ambiente e que fazem uso sustentável de seus recursos naturais, garantindo a vitalidade dos ecossistemas além de saúde e bem estar para a população? A resposta está no Environmental Performance Index (EPI), ranking elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia.

Em sua mais recente edição, o ranking de desempenho ambiental classificou 132 países utilizando 22 indicadores distribuídos por 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros. E cada categoria possui pesos diferentes. Confira a seguir, os 5 países mais verdes do mundo em 2012.

1 - Suíça (76.69 pontos)

População: 7,825,243
Área: 41,271 km²
PIB per capita: $ 37,441

O empenho em reduzir progressivamente o uso de combustíveis fósseis e nuclear, por meio de uma política nacional sólida, coloca a Suíça na liderança do ranking de Yale. Recordista mundial em usinas geotérmicas, cuja energia é quase totalmente vertida para aquecer casas, escritórios, hotéis e estufas durante os meses de inverno, o país se destaca nos quesitos emissão de dióxido de carbono, qualidade do ar e políticas ambientais.

Há 20 anos, a Suíça foi um dos primeiros países da Europa a exigir o uso de catalisador e o controle do gás de escapamento dos carros. Também vale menção a invejável pontuação (98,1) no quesito conservação da biodiversidade e proteção de habitats naturais. Em geral, os suíços são adeptos fervorosos da mobilidade sustentável, principalmente da bicicleta. Ao menos 10 ciclovias nacionais cortam o país de ponta a ponta. Lá, taxas para serviços de água e gestão de resíduos, bem como impostos ambientais que promovam a responsabilidade social são comuns.

2 - Letônia (70.37 pontos)


População: 2,242,916
Área: 64,385 km²
PIB per capita: $12,938

Um lugar de beleza natural quase intocada pela civilização. A frase um tanto quando piegas se aplica bem à paisagem letã. Muitos turistas e especialistas em meio ambiente costumam dizer que o país inteiro é um parque natural enorme. A vitalidade de seus ecossistemas e a proteção às florestas, que ocupam 44% do território, lhe rendem pontuações altas no EPI.

Mesmo as áreas dedicadas ao cultivo agrícola e à criação de gado são cuidadosamente delimitadas e tendem a seguir as práticas mais sustentáveis. Dados oficiais indicam que o uso de pesticidas caiu 12 vezes desde 1990 e que, atualmente, pelo menos 200 fazendas adotam práticas ecológicas, que dispensam agrotóxicos e outros produtos químicos industrializados, usando apenas compostos naturais. A redução de emissões é uma meta importante para o país, que desde 1990 reduziu a poluição por fontes fixas (fábricas, casas e caldeiras) em 46%.

3 - Noruega (69.92 pontos)

População: 4,885,240
Área: 325,602 km²
PIB per capita: $46,926

Terceira colocada no ranking de países mais verdes, a Noruega pretende se tornar carbono neutra até 2030, ou seja, todas as suas emissões devem ser compensadas. Pelo menos 2/3 delas serão reduzidas com ações ambientais internas e para dar conta do restante as autoridades norueguesas financiarão projetos sustentáveis em países em desenvolvimento, como geração de bioenergia e proteção de florestas.

Uma meta ambiciosa para uma nação que é ao mesmo tempo progressista sobre as alterações climáticas - com impostos sobre combustíveis fósseis e uma matriz energética dominada pela hidroeletricidade – mas também emissora por causa de suas exportações volumosas de óleo e gás natural. Felizmente, o que não falta é potencial e tecnologia para cumprir o objetivo. Em 2009, a Noruega inaugurou a primeira estrada com rede integrada de postos de abastecimento a hidrogênio em todo o mundo. Na avaliação do EPI, o país leva nota máxima no quesito saúde ambiental e na conservação de suas reservas naturais.

4 - Luxemburgo (69.2 pontos)

População: 505,831
Área: 2,592 km²
PIB per capita: $71,161

A presença deste pequeno país europeu no ranking das nações mais verdes justifica-se por seu empenho, mesmo em tempos de crise econômica, em garantir um crescimento “verde” e sustentável. Em 2009, Luxemburgo adotou programas de incentivo à população para compra de carros ecológicos e eletrodomésticos mais eficientes em energia.

Antes, entre 2001 e 2008, o país investiu mais de 70 milhões de euros na expansão do setor de energia solar fotovoltaica. Luxemburgo também leva pontuação máxima em saúde ambiental e proteção à biodiversidade e habitats naturais.

5 - Costa Rica (69.03 pontos)

População: 4,658,887
Área: 51,452 km²
PIB per capita: $10,258

Fortemente empenhado em seguir o exemplo dos seus antecessores na lista do EPI, o governo costa-riquenho estabeleceu a meta de tornar a região carbono neutra até 2021. Esse pequeno país da América Central sofreu com o desmatamento durante anos, mas agora um dos seus principais objetivos é reflorestar as regiões devastadas.

Nos últimos anos, mais de cinco milhões de árvores foram replantadas. Cerca de 50% da superfície total do país encontra-se coberta de bosques e selvas e 25% do território encontra-se protegido. Os investimentos em energias alternativas e índices inéditos de recuperação da mata nativa fazem da Costa Rica referência mundial. Com esse desempenho ambiental o país tem conseguido apoio internacional e financiamento para programas de Redd (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação).

Com informações da Info Abril

Cidade sueca vai produzir alimentos nas alturas

Com mais de sete séculos de existência, a pequena cidade de Linkoping, no sul da Suécia, vai ganhar ares futuristas com a construção de sua primeira estufa urbana vertical para a produção de alimentos. Projetado pela empresa sueco-americana Plantagon, o edifício também abrigará um centro internacional para pesquisa de novas tecnologias de agricultura urbana. O prédio, orçado em cerca de 30 milhões de dólares, terá 54 metros de altura, o equivalente a um edifício convencional de 12 pavimentos. Cada andar poderá abrigar uma cultura diferente de vegetais e hortaliças, que chegarão fresquinhos ao comércio local, já que não precisarão percorrer longas distâncias do campo à mesa do consumidor.

Pela proximidade, a agricultura urbana também vai reduzir os gastos com energia, transporte e irrigação. Para se ter uma ideia, uma estufa moderna necessita apenas de 5% a 10% da água e terra usados numa fazenda tradicional. Com uma fachada inteira de vidro, o edifício facilita a entrada de luz solar para a fotossíntese das plantas, que serão cultivadas em vasos dispostos sobre imensas bandejas circulares em torno de uma hélice central.

Mais, resíduos vegetais que sobrarem da “colheita” serão recolhidos e transformados em biogás, fonte de energia para o sistema de aquecimento e arrefecimento do efeito estufa. A construção da estufa vertical, que ainda está em fase de planejamento, já foi aprovada pela prefeitura de Linköping, que realizou uma cerimônia de lançamento da iniciativa no começo do mês. As obras deverão ser concluídas no prazo de dois anos.

A empreitada é mais um exemplo dos esforços em prol do desenvolvimento sustentável da Suécia, que em 2012 foi eleita um dos países mais verdes do mundo, segundo o Environmental Performance Index (EPI), realizado pelas universidades americanas de Columbia e Yale.

Info Verde

BNDES vai financiar tecnologias limpas

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) lançou no dia 14 de fevereiro uma linha de 200 milhões de reais para projetos cujo objetivo esteja relacionado a reduzir emissões de gás carbônico na atmosfera.

O dinheiro faz parte do Fundo Clima, iniciativa do Ministério do Meio Ambiente. A ideia é cumprir uma meta de redução das emissões brasileiras em 39% até 2020.

O fundo Clima foi criado em 2009, com previsão de uma verba de 800 milhões de reais por ano. No entanto, por problemas burocráticos entre o Ministério e o BNDES, o dinheiro só foi repassado ao banco no final do ano passado. Agora, Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, diz que até 2014 os recursos do Fundo Clima chegarão há 1 bilhão de reais.

Os recursos estão divididos em duas modalidades. A primeira delas é não reembolsável, sob gestão direta do Ministério do Meio Ambiente e em vigor desde o ano passado. Já a segunda modalidade é reembolsável. Ela será operada pelo BNDES e está disponível a partir de agora. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de 360 milhões de reais e de 30 milhões de reais para a parcela não reembolsável.

O fundo terá seis linhas de financiamento. São elas: eficiência em transporte, energia renovável, combate à desertificação, melhorias na produção de carvão vegetal, aproveitamento energético do lixo, além de eficiência energética em máquinas e equipamentos. Já os juros variam de 2,5% a 7% ao ano.

Entre as prioridades do fundo está o desenvolvimento de equipamentos de energia de ondas e marés. Empresas interessadas em desenvolver tecnologias de energia limpa também poderão contar com o crédito do banco. Os prazos de financiamento chegam há 25 anos.

Kuwait ganha aeroporto futurista sustentável

O Aeroporto Internacional do Kuwait vai aumentar significativamente sua capacidade e estabelecer um centro aéreo regional no novo Golfo por meio de um projeto sustentável.

O objetivo estratégico do projeto vai ser acompanhado por um edifício terminal, o qual visa fornecer conforto para os passageiros, além de definir um marco ambiental para os aeroportos internacionais.



O design do edifício equilibra o espaço com simplicidade, facilidade de uso e tem uma estrutura inspirada em formas e materiais locais. Ele terá poucas mudanças de nível. O terminal tem um plano de trevo, com três alas de portões de embarque. Cada fachada mede 1,2 km com uma extensão a partir de um espaço central com 25 metros de altura. Já a estrutura de concreto fornece massa térmica e o telhado tem painéis solares para coletar energia.

Ele deve ter um telhado único com aberturas envidraçadas capazes de filtrar a luz do dia, enquanto desviam a radiação solar direta. A cobertura estende a sombra para proteger uma praça de entrada. Ela é suportada por colunas de concreto com formas orgânicas, inspiradas no movimento dos barcos à vela, tradicionais do Kuwait.

Com essa grande reforma, o Kuwait pretende receber a certificação LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design) e se tornar o primeiro aeroporto do mundo a atingir este nível de certificação ambiental. Esse selo verde representa que a construção é conhecida e aceita internacionalmente segundo práticas sustentáveis.

O local de desembarque terá a área de bagagens cercada por cascatas de água para resfriamento. O paisagismo em torno do aeroporto terá um oásis ao redor do prédio com as espécies nativas de deserto ao longo da estrada de acesso.

O plano diretor foi feito pelo escritório de arquitetura inglês Foster and Partners. Inicialmente, o aeroporto irá acomodar 13 milhões de passageiros por ano, número que pode aumentar para 25 milhões e até acomodar 50 milhões de passageiros com maior desenvolvimento.

Info Noticias

Parede ecológica purifica o ar em escritórios

Passar pelo menos oito horas por dia enclausurado em um escritório sem graça, com carpete no chão, exposto ao ar condicionado frio e, na maioria das vezes, sem contato visual com uma paisagem agradável pode ser um composto explosivo para a saúde e o bem-estar de qualquer pessoa.

Pensando nisso, o Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case), em Nova York desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. A técnica baseia-se no processo chamado de fitorremediação, que usa plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.

O sistema projetado pelo Case consiste em plantas hidropônicas instaladas em uma tela modular que pode ser deslocada. Em vez de estarem enterradas no solo, as raízes das plantas ficam expostas, o que aumenta a capacidade de purificação do ar em até 300%.

Segundo seus criadores, a parede verde tem efeito benéfico sobre a qualidade do ar semelhante ao de cerca de 800 plantas de vaso. Um canal interno é responsável pela irrigação por gotejamento que fornece água fresca para as plantas.

Outros projetos voltados para a melhoria do clima em ambientes internos têm surgido. Um exemplo recente é o “Plant Window”, dos designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, uma janela de plantas que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente.

Aplicativo para iPhone reconhece aves da Mata Atlântica

Em uma iniciativa inédita, o Planeta Sustentável, da Editora Abril, com o apoio do WWF-Brasil, lança o primeiro aplicativo inédito para celular voltado para a observação de aves. Tendo como foco a Mata Atlântica, o aplicativo “Aves do Brasil - Mata Atlântica” oferece ferramentas aos usuários para facilitar a identificação das aves, tornando a tarefa rápida e divertida com acesso a informações, fotos e cantos de 345 aves catalogadas.

O conteúdo do aplicativo foi baseado no livro Aves do Brasil, Uma Visão Artística, que reúne a obra do ornitólogo Tomás Sigrist, que desde 1986 estuda e desenha aves brasileiras. Conhecida como birdwatching, ou birding, a atividade de observação de pássaros vem ganhando adeptos no Brasil e movimentando um mercado que reúne pousadas e guias turísticos especializados em vários estados. Hoje, o Brasil é o segundo país do mundo em diversidade de aves, segundo estatística do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (www.cbro.org.br).

Desenvolvido pela área de Conteúdo Digital do Guia Quatro Rodas, a pedido do Planeta Sustentável, o aplicativo permite ao usuário entrar com dados como cores predominantes e porte dos animais e reconhecer na hora a espécie por meio do banco de dados com imagens e cantos das aves. São 90 cantos e 205 fotos de aves da Mata Atlântica disponíveis. O descritivo dos hábitos de vida e o nome científico da ave também podem ser consultados.

O aplicativo permite interagir por meio da colaboração com o banco de dados de ocorrências. Contando com o dispositivo de geolocalização é possível registrar com precisão o avistamento da ave.

Disponível para iPhone, iPod Touch e iPad, o aplicativo “Aves do Brasil - Mata Atlântica” é comercializado pela Apple Store com valor de download de US$ 6,99. Também já é possível baixar na loja on-line uma versão com 30 aves catalogadas para experimentação gratuita. Parte da renda obtida com a comercialização do produto será revertida para os projetos de conservação da natureza do WWF-Brasil.

Para baixar o aplicativo:
Versão Pro: http://itunes.apple.com/app/id398794177?mt=8
Versão Lite: http://itunes.apple.com/app/id398788397?mt=8

WWF

Aspirador de pó feito a partir de plástico reciclado

Os diretores da Electrolux na Suécia decidiram unir design e ecologia em um de seus produtos. A empresa divulgou os aspiradores de pó feitos a partir de plástico reciclado. Detalhe: o material usado foi recolhido de praias e recifes de corais dos oceanos dos cinco continentes.

A Electrolux garante que todos os aspiradores são totalmente funcionais e possuem a mesma estrutura. Segundo a empresa, cerca de 70% do plástico recolhido do mar é usado para a fabricação dos produtos. A Electrolux firmou parceria com ONGs envolvidas com a limpeza dos mares.

A empresa, que pretende usar até 100% de plástico reciclado em seus aspiradores em pó, divulgou um vídeo (em inglês) com uma explicação sobre esse lado sustentável do projeto. Agora, a Electrolux irá realizar um leilão para vendas dos “Vacs do Mar”. A renda será destinadas a centros de pesquisa para desenvolvimento de novos produtos.

Philips lança controle movido a energia solar

A Philips acaba de lançar um controle remoto que carrega com energia solar, que irá acompanhar a TV Econova LED, na Europa. O controle tem células solares que captam energia solar a partir da luz que vem pelas janelas da sala.

É de se admirar que algo assim só esteja sendo feito agora, já que essa tecnologia já existe há muitos anos. Realmente as pilhas dos controles convencionais costumam durar muito, mas ainda assim são responsáveis pela geração de lixo desnecessário. Acredito que se algo pode ser evitado então deve ser evitado. Agora é só esperar que chegue no Brasil.

Ambiente Brasil

Energia nuclear pode ser a energia verde do futuro?

Desde 1986, com o desastre de Chernobyl, a energia nuclear é vista com desconfiança pelo público em geral. Realmente, as usinas nucleares podem ser muito perigosas, mas além do perigo da segurança das instalações ainda há outros fatores que prejudicam a popularidade desse tipo de energia. Confira:

* A energia nuclear pode ser usada para a construção e proliferação de armas nucleares.
* A construção de uma usina nuclear é cara e demora de 15 a 20 anos para ser concluída.
* Elas funcionam à base de urânio, elemento que não é muito fácil de ser encontrado.
* Os resíduos da fissão nuclear são elementos altamente radioativos.

No entanto esse é só um lado da história. Saiba por que a energia nuclear ainda é considerado um modo de geração de energia vantajoso:

* Usinas nucleares produzem um milhão de vezes a energia que hidrelétricas e energia eólica são capazes de produzir.
* Elas são responsáveis por 18% da produção de energia elétrica mundial.
* Não há liberação de gases do efeito estufa nas reações nucleares.
* A fissão usa muito pouco urânio. As reservas atuais poderiam durar por até 100 anos.
* Combustível nuclear é barato e fácil de ser transportado.

Além disso, há quatro avanços tecnológicos em desenvolvimento, que devem amenizar as desvantagens da energia nuclear:

* Reatores em miniatura, do tamanho de uma banheira, podem fornecer energia para 20 mil casas. A inovação deverá começar a ser usada em 2020. Além disso eles são baratos e, por seu tamanho, fáceis de transportar.
* Reatores da 4ª. geração (hoje usamos reatores de 2ª. e 3ª.) estão sendo desenvolvidos – eles deverão ser mais seguros, econômicos e sustentáveis. Devem começar a funcionar na década de 2030.
* O tório pode produzir 200 vezes mais energia do que a mesma quantidade de urânio e 3,5 milhões de vezes a mais do que carvão natural. Ele é mais abundante que urânio, não pode ser “convertido” em arma nuclear e pode livrar o mundo da necessidade de petróleo.
* Está sendo estudada a possibilidade de construir, em 2040, um reator nuclear que usa a água do mar na França. A energia seria limpa e, teoricamente, ilimitada.

Então, apesar de sua fama ruim, a energia nuclear pode ser a solução mais viável para que, no futuro, nossas casas continuem recebendo eletricidade. E você, leitor, o que acha? [EnvironmentalGrafitti]

Lâmpada híbrida de halogênio brilha mais rápido

A nova lampada fluorescente compacta (CFL) de halogênio da General Electric acaba com a maior reclamação das pessoas em relação ao CFL: elas costumam demorar muito tempo para atingir o nível máximo de brilho. Eu não ligo tanto para isso, mas mesmo assim esse novo modelo é bem bonito.

O processo é bem simples e inteligente. Quando você acende a luz, os módulos de halogênio e de CFL acendem. Isso faz a luz atingir um nível de brilho ideal assim que é ligada. Quando o CFL atinge o máximo de seu brilho, o halogênio automaticamente se desliga.

A GE diz que um os modelos de 15 e 20 watts das lâmpadas híbridas podem substituir as versões de 60 e 75 watts das lâmpadas comuns, com consumo de energia menor e uma vida útil 8 vezes maior: até 8 mil horas. Por enquanto, nenhuma informação sobre preço e disponibilidade foi divulgado. [GE via Inhabitat]

Com informações do Gizmodo

Carros da Fiat terão painéis solares


A Fiat fez um acordo com a fabricante de painéis solares irlandesa SolarPrint. A montadora italiana planeja usar essa tecnologia para alimentar dispositivos dentro do veículo.

O acordo gerou um projeto chamado de "Smartop", que terá investimentos de 3 milhões de euros.
Usando materiais fotovoltaicos (células solares e baetrias de íons de lítio) de baixo custo para ajudar a sustentar acessórios "pesados" que demandam muita energia, como ar-condicionado e aquecimento. Com isso, a fabricante italiana espera cortar o consumo de combustível (e, consequentemente, das emissões de CO2) em até 15%, de acordo com uma reportagem do site SiliconRepublic (algo como "República do Silício").

Carros movidos a energia solar darão volta ao mundo


Dois motoristas, três rodas, US$ 350 e nenhuma emissão de carbono. É assim que a equipe australiana formada por pai e filho, Nick e Jason Jones, esperam dar a volta ao mundo num carro elétrico construído sob medida.

A dupla se uniu à equipes da Alemanha e Suíça hoje para a largada de uma corrida de volta ao mundo com o objetivo de demonstrar tecnologias verdes. O objetivo é completar a viagem de 30.000 km sem injetar carbono na atmosfera, um objetivo que Louis Palmer, o organizador da corrida, crê ser factível.

Cri-Cri, o Avião Elétrico -- Depois eu que sou o engraçadinho...


Cri-Cri, o Avião Elétrico 
Inovação e ecoeficiência são
as palavras chaves na
EADS.

Após o voo com um avião
usando combustível baseado
em algas, a EADS está agora
focando um novo desafio de
umpropelente com emissão
zero.



Em parceria com a Aero Composites Saintonge e a
Greencri-cri Association, a EADS Innovation Works
apresentou o Cri-Cri, o primeiro avião totalmente
propelido por motores elétricos.

[Para ver a imagem maior, Click aqui/ Foto Defesanet.com.br]


Carregador wireless para carros elétricos

A empresa norteamericana Evatran apresentou, na Conferência Plug In, que terminou ontem (29/07), em San Jose, no Canadá, o Plugless Power, um carregador sem fio para carros elétricos.
Quando o veículo é estacionado sobre o bloco que compõe o carregador, bobinas magnéticas são acionadas e se alinham a um adaptador que fica dentro do carro elétrico. Ao captar esse alinhamento, a torre posicionada ao lado do bloco cria nele um forte campo magnético que induz a geração de uma corrente que flui do bloco para o adaptador e carrega a bateria do carro.

O único problema é que o processo de indução tem, no máximo, 80% de eficiência, ou seja, 20% da energia gerada – e paga – se perde. O preço também não é nada barato. A primeira versão do carregador sem fio, que deve chegar ao mercado em abril do ano que vem, vai custar US$3.800, mais, pelo menos, US$500 para a instalação do adaptador no carro. Se bem que, nos Estados Unidos, é provável que os usuários consigam cerca de US$2.000 de volta em incentivos governamentais.

Será que no Brasil teríamos o mesmo estímulo para optar pelos veículos elétricos não-poluentes?

Lançado robô que detecta óleo no mar e manda aviso por satélite

O Conselho de Defesa dos Recursos Naturais e a Oceana lançaram, Waldo, um robô subaquático que detecta a presença de plumas de óleo nos oceanos. Ele foi colocado no arquipélago de Flórida Keys, na tentativa de proteger a área, rica em biodiversidade marinha, da contaminação por petróleo, proveniente do acidente no Golfo do México.
Waldo tem quase dois metros de comprimento e, enquanto percorrer as águas do norte e noroeste das ilhas, vai registrar dados a cada dois segundos e enviar informações, via satélite, para os pesquisadores, a cada três horas. Caso haja detecção de petróleo, os cientistas vão realizar testes de amostragem e alertar o governo local.
O robô consegue detectar certos componentes químicos do óleo a partir da emissão de uma luz ultravioleta sobre a água. Quando eles estão presentes, absorvem a luz e a reemitem como fluorescência.
Via Super Abril

Cases de bambu para seu iPhone 4

Para quem é amante da tecnologia, mas não quer deixar de ser  ambientalista, a Grovemade lançou  cases de bambu para iPhone. É muito iteressante estes cases de madeira, sua aparência natural combinada com alta tecnologia utilizada pelo iPhone.



Estes cases vem com estilo tribal gravado neles parecendo tatuagens, fazendo do seu grande iPhone pessoal parecer uma obra de arte. No site do Grovemade você pode até mesmo enviar seu próprio trabalho artístico. Os cases de bambu estão disponíveis para o iPhone 3G e iPhone 3GS, bem como para o badalado iPhone 4G


Os cases, que normalmente custam 99 dólares, estão sendo vendidos por 49 dólares se você fizer uma pré-compra. Esse valor é pela versão sem desenhos, mas se você quiser uma com gravuras, eles cobrarão 69 dólares.

Brasil desenvolve foguetes espaciais a etanol -- Oxalá seja!


Brasil desenvolve foguetes espaciais a etanol


O Brasil acumula um atraso de meio
século na propulsão de foguetes
espaciais em relação aos
norte-americanos e russos.

Para tentar dar um impulso no setor,
há cerca de 15 anos o país iniciou um
programa de pesquisa em propulsão
líquida e que tem como
base o etanol nacional.

O desafio do programa, liderado pelo Instituto
de Aeronáutica
e Espaço (IAE), é movimentar
futuros foguetes com um combustível
líquido que
seja mais seguro do que o propelente à base de hidrazina
empregado atualmente.


Esse último, cuja utilização é dominada pelo país,
é corrosivo e tóxico.

NASA divulga imagem de primeiro supersônico verde


A Agência Espacial Americana divulgou, na última semana, imagem da Supersonic Green Machine. A aeronave, ainda em projeto, será capaz de sobrevoar a Terra a mais de 1.255km/h, tendo os ruídos, causados pela velocidade superior à do som, drasticamente reduzidos, graças às suas asas em formato de V invertido.
Segundo a NASA, a inovação tecnológica não para por aí. O supersônico se preocupa com as metas globais de redução de carbono e vai emitir muito menos gases de efeito estufa.
No entanto, ele só deverá começar a funcionar na década de 2030.
Foto: NASA/Lockheed Martin Corporation